A Vida e a obra de Albert Von Schrenck Notzing(Barão)
O GRANDE PESQUISADOR ALEMÃO DOS
FENÔMENOS DE MATERIALIZAÇÕES DOS ESPÍRITOS
Ele nasceu 18 de maio
de 1862, em Oldenburg, na Alemanha, e estudou na
Universidade de Munique. E morreu em 12 de fevereiro
de 1929, em Munique, na Alemanha.
Foi psiquiatra forense e membro da aristocracia
alemã, tornou-se interessado na pesquisa psíquica em
1889. Colaborou com Richet, Lombroso, Lodge, e
muitos outros em investigações durante 30 anos.
Enquanto ele estava relutante, aparentemente fora de
conservadorismo científico, a mediunidade com link
válido com a sobrevivência, ele foi, todavia,
convencido plenamente da realidade da mediunidade.
Ele começou o trabalho com a médium Eusápia
Palladino, em cujas sessões em Roma, ele estava
presente já em 1894. Ele a seguiu por toda a Europa
e convidou-a duas vezes a Munique como seu
convidado. Mas ele não declarou sua crença na
realidade dos seus fenômenos até 1914 e só publicou
seus registros de Roma e Munique, em sessão
Physikalische Fenômenos des Mediumismus em 1920.
Por muitos anos ele estudou os fenômenos de
materialização de Eva C. (Marthe Béraud), em Munique
e na casa de Juliette Bisson em Paris. Seu livro,
Phenomena of Materialisation, publicado na Alemanha
em 1914, ao mesmo tempo como de trabalho Bisson em
França, é amplamente ilustrada com fotografias.
Ele investigou também médiuns espírita médiuns como:
Willi Schneider, Rudi Schneider, Stanislawa e
Dencausse Valentine.
Foi um dos maiores pesquisadores dos fenômenos de
efeitos físicos na Alemanha. Sendo que obteve
cabelos do espírito materializado, comparando-os,
microscopicamente com os da médium, constatando que
não poderiam ser da mesma pessoa.
Também deu resultado de exames químicos de uma certa
porção do ectoplasma, que foi reduzido a cinzas.
Entre os seus elementos encontrou cloreto de sódio
(sal de cozinha) e fosfato de cálcio. Conseguiu
filmar o ectoplasma saindo da boca do médium.
Ele declarou sobre os fenômenos de materializações
de espíritos em um Congresso Espírita:
"Eu sou da opinião que a hipótese dos espíritos não
só não conseguem explicar os mínimos detalhes destes
processos, mas em todos os sentidos que obstrua e
algemas das investigações científicas sérias."
Finalmente, no caso de muitos fenômenos, a natureza
e a evanescência de sua aparência, suas, mudando e
fantásticas formas de fluxo e seu modo de
desenvolvimento até chegar a sua forma final,
argumenta contra qualquer possibilidade de uma
produção fraudulenta deles - mesmo se supor que um
dos presentes teria tentado enganar seus
observadores do companheiro.
Fontes:
http://www.prairieghosts.com/baron.html
Espíritas!
Amai-vos eis o primeiro. ensinamento; instruí-vos,
eis o segundo.
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