• Evangelização

     
    A
     Evangelização Espírita põe em ação os ideais educativos do Espiritismo. Existe um programa básico de Espiritismo que compõe o Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita infanto-juvenil da FEB (Federação Espírita Brasileira), onde estão expressos os objetivos muito bem definidos.

    OBJETIVOS DA EVANGELIZAÇÃO:

    a) Promover a integralização do evangelizando consigo mesmo, com o próximo, com Deus.
    b) Proporcionar ao evangelizando o estudo da lei natural que rege o UNIVERSO, da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como, de suas relações com o mundo.
    c) Oferecer ao evangelizando a oportunidade de perceber-se como homem integral, crítico, consciente, participativo, herdeiro de si mesmo, cidadão do UNIVERSO, agente de transformação de seu meio rumo a toda perfeição de quem é suscetível.
    Na Casa dos Humildes procuramos criar um ambiente amigo e alegre para as crianças e jovens, onde possam todos aprender juntos os valores morais, os ensinamentos científicos e filosóficos da doutrina espírita, o amor a Deus e ao próximo.

    Os encontros são aos domingos, de 16:00 h às 17:00 h, nas seguintes turmas:

    TURMA IDADE
    MATERNAL 3 e 4 anos
    JARDIM 5 e 6 anos
    1º CICLO 7 a 9 anos
    2º CICLO 9 a 12 anos
    JUVENTUDE 1 12 a 15 anos
    JUVENTUDE 2 Acima de 16 anos

    Veja informações sobre temas, notícias, fotos em www.blogdaevangelizacaoch.blogspot.com


  • Tarefa da evangelização
    Bezerra de Menezes
     

    "Tem sido enfatizado, quanto possível, que a tarefa da Evangelização Espírita Infanto-Juvenil é o do mais alto significado dentre as atividade desenvolvidas pelas Instituições Espíritas, na sua ampla e valiosa programação de apoio à obra educativa do homem. Não fosse a evangelização, o Espiritismo distante de sua feição evangélica, perderia sua missão de Consolador, renteando-se com a diversidade das escolas religiosas no mundo que, embora úteis e oportunas, estiolaram-se no tempo absorvendo posições de terminalidade e dogmatismo.
    É forçoso reconhecer que Espiritismo sem aprimoramento moral, sem Evangelização do homem é como um templo sem luz.
    Já tivemos oportunidade de lembrar que uma Instituição Espírita representa uma equipe de Jesus em ação e, como tal, deverá concretizar seus sublimes programas de iluminação das almas, dedicando-se com todo empenho à evangelização da infância e da mocidade."

    Fonte:Bezerra de Menezes- extraída da "Separata do Reformador", outubro ,1992

     

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    O papel da Evangelização Infanto- juvenil
     

     

    Evangelização Infanto-Juvenil

    (Entrevista com Divaldo P. Franco - Texto extraído do Livro "Seara de Luz".)

     

    1 - Qual a importância da evangelização espírita infanto- juvenil na formação da sociedade do Terceiro Milênio?

    DIVALDO:

    De máxima relevância, por ser a infância de hoje o elemento social que constituirá a nova humanidade programada para o início do Terceiro Milênio.

    Na alvorada do próximo século, os jovens da atualidade serão chamados a exercer tarefa e a atender os compromissos cujos resultados dependerão da sua formação. Sendo a Doutrina Espírita a mais excelente mensagem

    de todos os tempos - porque restauradora do pensamento de Jesus Cristo, de forma compatível com as conquistas do conhecimento moderno - é óbvio ser a preparação das mentes infanto- juvenis, à luz da evangelização espírita, a

    melhor programação para uma sociedade feliz e mais cristã.

    Considerando- se ainda que Entidades Venerandas retornam para apressar o reino de Deus enquanto outros Espíritos mais infelizes, retidos em regiões de dor, igualmente são trazidos à experiência da reencarnação iluminativa, é justo estejamos preocupados em socorrer estes últimos com a mensagem libertadora e em auxiliar aqueloutros que virão abrir novos c aminhos para o bem e a Verdade.

    2 - Como se efetua o apoio do Plano Espiritual Superior ao movimento de evangelização espírita infanto- juvenil?

    DIVALDO:

    Sob a inspiração constante e a assistência espiritual aos trabalhadores do relevante mister, os Amigos da Vida Maior trazem idéias que se convertem em programas e técnicas e se transformam em experiências vitoriosas tão logo aplicadas, melhor atendendo às necessidades do movimento de evangelização espírita infanto- juvenil; distendem recursos terapêuticos durante as reuniões específicas, socorrendo e amparando os que trazem marcas

    mais vigorosas do passado próximo, em forma de limitação, enfermidade ou alienação por obsessão, e despertam os infantes e jovens para melhor compreenderem a necessidade de crescimento para Deus.

    Muitos Espíritos Nobres já estão reencarnados realizando esse cometimento na condição de evangelizadores e preparadores da juventude.

    3 - Como os Espíritos Superiores estão vendo a atuação dos companheiros encarnados com responsabilidade nas tarefas de evangelização espírita infanto- juvenil?

    DIVALDO:

    De forma positiva e muito confortadora, considerando- se os resultados palpáveis, não apenas no Brasil como em diversos países americanos onde têm chegado a sadia orientação e a oportuna ação cristã. Através dos dedicados trabalhadores encarnados, logram aqueles Condutores Espirituais atender à tarefa da espiritualização da criatura humana, com vistas ao futuro melhor de todos nós.

     4 - Como os espíritos conceituam, no conjunto das atividades da instituição espírita, a tarefa de evangelização infanto- juvenil?

    DIVALDO:

    Têm-nos informado os Benfeitores Espirituais, entre eles Bezerra de Menezes, Joanna de Ângelis e Amélia Rodrigues, que esse labor necessário é o sêmen fecundante do Bem no organismo da criatura humana, produzindo frutos de sabedoria e de paz. A casa espírita, através das suas diversas atividades doutrinária, mediúnica, educacional e assistencial compromete- se a ensinar e a viver a doutrina codificada por Allan Kardec, tarefas essas grandiosas e de valor incontestável.

    No setor doutrinário- educacional, a obra se agiganta quando dirigida às gerações novas, ainda não comprometidas emocionalmente com os problemas da atualidade e receptivas às orientações superiores. A divulgação do Espiritismo sob todas as formas é o grande desafio para os espíritas e suas instituições, neste momento grave da humanidade.

    A evangelização infanto- juvenil é uma das primeiras atividades a serem encetadas como base para a construção moral do Mundo Novo.

    5 - existem condições mínimas para se desempenhar a tarefa da evangelização? Quais seriam?

    DIVALDO:

    Não pretendemos estabelecer regras de comportamento doutrinário, muito bem já apresentadas no corpo da Doutrina Espírita e em particular nas excelentes páginas "O homem de bem" e a seguir "Os bons espíritas", no capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec .

    Não obstante, quem deseje desempenhar a tarefa de evangelização infanto- juvenil, deve possuir conhecimento do

    Espiritismo e boa moral, como embasamentos para essa empreitada.

    Como requisito igualmente primordial, deve Ter conhecimentos de Pedagogia, Psicologia Infantil e Metodologia sem deixar à margem o alimento do amor, indispensável em todo cometimento de valorização do homem. Aliás, a

    programação para a preparação de evangelizador infanto- juvenil tem tido a preocupação de oferecer esses elementos básicos nos encontros e c ursos ministrados periodicamente em diversas regiões do país, sob a orientação

    da FEB.

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    6 - Que papel cabe aos espíritas não envolvidos diretamente na evangelização infanto- juvenil, para o crescimento e maior êxito dessa tarefa?

    DIVALDO:

    O de divulgar esse trabalho importante, estimulando os pais a encaminharem, o quanto antes, os seus filhos à preparação e orientação evangélico- espírita, de modo a contribuírem efetivamente para os resultados almejados. Da

    mesma forma, exemplificar, levando os filhos às aulas de evangelização e mantendo no lar a vivência espírita, ainda é a melhor metodologia para influenciar e conduzir sentimentos.

    7 - Que orientação os Amigos Espirituais dariam aos pais espíritas em relação ao encaminhamento dos filhos à escola de evangelização dos centros espíritas?

    DIVALDO:

    Informa- me Joanna de Ângelis que, na condição de pais e orientadores, nos compete a preocupação de oferecer o

    bom alimento aos filhos e aos nossos educandos; favorecê-los com o melhor círculo de amigos; vesti-los de forma

    decente e agradável; encaminhá-los aos bons professores, dentro da nossa renda; proporcionar- lhes o mais eficiente médico e os mais eficazes medicamentos quando estejam enfermos; conceder- lhes meios para a manutenção da vida; guiá-los na profissão escolhida.

    É natural, também, tenhamos a preocupação de atendê-los com a diretriz segura para uma vida e um porvir espiritual dignos. E esta rota é a Doutrina Espírita.

    Devemos, portanto, conduzi-los às escolas de evangelização dos centros espíritas, ou, do contrário, não estaremos cumprindo com as nossas obrigações.

    8 - Quais recursos poderiam ser, ainda, acionados para expandir a tarefa de evangelização infanto- juvenil?

    DIVALDO:

    Maior e mais constante intercâmbio entre evangelizadores e pais, a fim de conscientizá-los de suas responsabilidades, pois ambos estão interessados na formação moral e espiritual da criança e do jovem.

    Seria também muito válido que os resultados da evangelização infanto- juvenil fossem mais divulgados nos  centros espíritas e se insistisse em difundir que o bem à infância se transforma em bênção para o adulto.

    9 - Como vê o papel da evangelização infanto- juvenil na expansão do movimento espírita?

    DIVALDO:

    Muito importante. Graças ao trabalho preparatório, há anos aplicado à criança e ao jovem nos núcleos de evangelização espírita, encontramos hoje uma floração abençoada de trabalhadores devotados. Esse ministério da preparação do homem de amanhã facultará ao Brasil tornar- se realmente
    "O coração do mundo e a Pátria do Evangelho" conforme a feliz ideação do Espírito Humberto de Campos, por intermédio de Francisco Cândido Xavier,

    traduzindo o programa do Mundo Maior para a nação brasileira.

    10 - Pode o Brasil oferecer colaboração a outros países na área da  evangelização infanto- juvenil?

    DIVALDO:

    Sim, conforme já vem ocorrendo, desde quando foram adotadas providências para a participação da América Latina no cometimento dessa evangelização, publicando- se o material didático em castelhano e distribuindo- o gratuitamente por diversos países. Isso ocorreu recentemente, em Cartagena, na Colômbia, por ocasião do Congresso Espírita Pan-Americano.

    Terminado aquele conclave, a FEB ministrou um curso de preparação de evangelizadores com resultados muito felizes, como me foi possível constatar há pouco naquela cidade.

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